sexta-feira, 18 de abril de 2014

PENEDO DO SONO ATINGE FINANÇAS, PRESIDENTES DE CÂMARA, FILHO DO DR. ALBERTO JOÃO JARDIM...

Nunca a Sociedade de Desenvolvimento pagou um cêntimo que fosse de IMI.



O empreendimento do Penedo do Sono no Porto Santo foi inaugurado em 2003. Onze anos depois, ainda não tem qualquer artigo nas Finanças. 



Todos os interessados, Finanças, Presidentes de Câmara desde 2003, Administração da SDPS (da qual faz parte Pedro Jardim) estão mergulhados num sono profundo, deixando caducar já 7 anos de IMI!
Até mesmo o actual Presidente F. Menezes,por não ter devidamente denunciado esta situação até ao final do ano de 2013, já deixou perder mais um ano de receitas relativamente a estes prédios (e outros).
Estas receitas poderiam ser uma ajuda preciosa para reequilibrar as contas do município, mas nada feito, todos continuam de olhos bem fechados, ninguém acorda!






Será que a CMPS não precisa de verbas para prestar um melhor serviço à população ???








domingo, 13 de abril de 2014

O ETERNO DILEMA DOS TRANSPORTES DO PORTO SANTO.


Oportuno comentário feito pelo leitor FONIX  do DN,  ao artigo redigido por Miguel Albuquerque a respeito dos Transportes de e para o Porto Santo.

Diz o amigo FONIX;


Caro Miguel, foi precisamente essa estratégia de a Madeira mandar no Porto Santo que nos levou ao estado em que estamos hoje. O Porto Santo tem de ter Marca própria e não é certamente com  propostas  "One Day Flying" que vamos sair do buraco para onde nos enfiaram.
Trata-se sim de implantar em termos de mercado " one selling proposition" para vender o Porto Santo.
Acresce também, que muito sinceramente não acredito que V.Exa. se alguma vez tiver responsabilidades na RAM vá contra os monopólios instalados que fazem com que precisamente condicionem o transporte aéreo, este artigo é prova disso mesmo. 
É claro que a tudo isto, acresce a suprema infelicidade de o actual presidente da Câmara ser completamente incompetente, que ao fim de 6 meses de mandato nem o passe dos idosos conseguiu repor...
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sexta-feira, 11 de abril de 2014

ESQUEMA SDPS/FINANÇAS

A Sociedade de Desenvolvimento demorou 6 anos a inscrever os edifícios da Câmara e do Centro de Congressos.
Embora a obra tenha sido inaugurada em Agosto de 2003,só no dia cinco de Agosto de 2009 foi feita à participação nas Finanças, sem juntar qualquer planta!
Estranha-se ainda o facto da avaliação ter ocorrido precisamente nesse mesmo dia 5/08/2009!
Entretanto caducaram dois anos de IMI, ou seja a Câmara Municipal deixou de receber dezenas de milhares de Euros, apenas com este caso!

É também no mínimo curioso o facto de aparecer tudo em nome da SDPS quando parte do terreno ainda pertence ao Município do Porto Santo...


O contrato celebrado entre a Câmara e a SDPS é ruinoso!




O contrato celebrado entre a Câmara e a SDPS é ruinoso!
Foi celebrado pelo então presidente da Câmara Roberto Silva que era simultaneamente administrador da SDPS.
A Câmara entregou boa parte dos seus terrenos à SDPS, ficou a pagar uma renda  mensal superior a 20.000 Euros acrescida de IVA, estando previsto um preço global de 11.500.766,67 Euros (mais IVA), tendo ainda de pagar no final dos 50 anos mais 10% do valor comercial do imóvel à data!
Grave também é o facto de, ao contrário do que aparece no contrato, a SDPS não beneficiar de qualquer isenção de Imposto de Selo.As Finanças, mais uma vez fecham os olhos...

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Esquema de fuga ao IMI



Esquema de fuga ao IMI denunciado no Porto Santo
Chefe de Finanças acusado de ‘esquecer’ prédios da sociedade de desenvolvimento




Edifício dos serviços públicos ficou pronto em 2003 mas só foi inscrito na matriz em 2009. No intervalo livrou-se do IMI.

Parte inferior do formulário

O chefe do Serviço de Finanças do Porto Santo ‘esqueceu-se’ durante quatro a seis anos de proceder à inscrição na matriz predial de diversos prédios da Sociedade de Desenvolvimento do Porto Santo (SDPS), situação que beneficiou esta empresa pública e lesou a Câmara Municipal, pois evitou o pagamento de milhares de euros de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). A denúncia parte de João Rodrigues, presidente da ComissãoPolítica local do CDS, que por entender que este comportamento foi “claramente uma infracção intencional”, fez uma participação à Polícia Judiciária e Ministério Público. A denúncia abrange esta e outras irregularidades.

O dirigente partidário aponta diversos casos de “infracções” com prédios da SDPS que, supostamente, visam promover uma fuga ao pagamento de IMI, visto que só após a inscrição na matriz é calculado o valor daquele imposto. OCentro de Artesanato ficou concluído em 2003 e apenas foi inscrito na matriz em 2007. O edifício do Penedo doSono e o estádio de Desportos de Praia do Porto Santo ficaram prontos na mesma altura, mas ainda hoje estão omissos na matriz. O Centro Cultural e de Congressos e Edifício de Serviços Públicos (onde funciona agora a Câmara) foram inaugurados em 2003 mas a sua inscrição na matriz só aconteceu em 2009. Neste último caso, o problema é mais grave, pois o Serviço de Finanças permitiu a inscrição da totalidade do prédio no nome da SDPS, quando a Câmara ainda é proprietária de um quarto do terreno.
João Rodrigues explica que o proprietário tem o dever de inscrever o prédio na matriz 60 dias após a conclusão da edificação do mesmo. Caso isso não aconteça, a lei determina que o chefe do Serviço de Finanças deve cumprir aquele procedimento oficiosamente. Aparentemente, tal não aconteceu no Porto Santo, correndo anos até à regularização da situação. O dirigente do CDS não acredita em distracções, até porque a ilha é pequena e seria impossível o chefe de Finanças não ter conhecimento da conclusão dos prédios.
O mesmo dirigente e autarca diz que já tentou alertar o actual presidente da Câmara para este problema, mas que Filipe Menezes de Oliveira não manifestou a mínima disponibilidade para abordar a questão.

Direcção Regional dos Assuntos Fiscais está a fazer Averiguações
O DIÁRIO colocou diversas questões ao director regional dos Assuntos Fiscais sobre este caso. João Machado resumiu tudo num comentário: “Todas e quaisquer questões no âmbito das atribuições da Direcção Regional dos Assuntos Fiscais são cabalmente apuradas e esclarecidas nos termos legalmente previstos para o efeito. Exactamente por isso, e porque são e serão sempre desenvolvidas todas as diligências necessárias para o apuramento de eventuais factos, estritamente, em rigor e com objectividade, não nos acomete sobre as matérias em apreço qualquer comentário, obviando-se assim às indesejáveis especulações que, voluntária ou involuntariamente, possam surgir extemporaneamente, prejudicando o normal curso de eventuais diligências. Por maioria de razão e eticamente, jamais emitiria publicamente qualquer comentário, circunscrito a um colaborador da Direcção Regional dos Assuntos Fiscais e relativamente ao exercício das suas funções, podendo apenas reiterar toda a minha consideração e apreço pelas qualidades profissionais e pessoais do Exm.º Chefe do Serviço de Finanças do Porto Santo, Senhor Francisco Sousa”.